Resenha - Condicional de Paulo Sérgio Moraes

 Viajantes, como vão? Pois é, eu vou bem. Vim hoje dar uma resenha com uma sugestão de leitura bem bacanuda.

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Livro Condicional de Paulo Sérgio Moraes

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Antes de ganhar do autor um exemplar, eu já havia pesquisado sobre o livro, e virado fã de primeira viagem. Confesso que o slogan que mencionava Amor Bandido me passava a imagem de tiroteio com parcerias no amor e na morte, mas, o livro me surpreendeu por um lado mais humano e eficaz.

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A Historinha ...


Era uma vez...Um guri chamado Lucas (no começo até gostei dele), que era amigo de Vítor (meu personagem favorito) e Thais (uma tontinha camarada). Lucas e Vitor são gays. GAYS. Dane-se seu conceito de não querer ler depois de saber a sexualidade dos mesmos, porque a história é mesmo boa. Lucas é preso em algo leviano, de não querer se pertencer a alguém afetivamente, e não apoia o relacionamento de Vítor (com quem já teve uns pegas na faculdade) com um quarentão que ele detesta- Cássio. Ai, no ápice da história Lucas e Thais aprontam, e acontece algo inesperado. Lucas conhece um bandido J, e começa a fazer o inimaginável por ele, sem prestar atenção em quem está perdendo de seu circulo fraterno. Pá, não conto mais nada.

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A Crítica 

História boa. Livro pequeno. Queria que ele tivesse 300,400 páginas, para mim explorar mais esse mundo condicional. Tudo acontece muito rápido, e isso é bom para quem tem pressa de saber o que irá acontecer, ele não faz rodeios. O autor não nos traz expectativas, porque a história é repleta de acasos do destino, capazes de tudo com os personagens. Excesso de palavrões, muitas vezes imprecisos, portanto, se você for um maníaco religioso com Sandra, trate de me entregar seu exemplar. Marta, mãe do anti-herói ou vilão Jota, podia dar certo, um drama na dose certa deixaria-a tinindo. Quanto ao final, eu semi-aprovo. Uma porque foi excepcional o destino de dois dos personagens. Dois porque deixou alguns peixes fugirem.

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Personagens 

Lucas, é mimado e nojento. Mas fez com que apoiássemos na dissipação de seu amor incondicional.
Vitor, é o cabeça da turma, quando perdeu ***********, fez de tudo para recompensar este ******* no além.
Thais, deve ser uma periguete da fraternidade Kappa. Louca, louquinha. Gente boa.
Seu João, o que mais sofre com as rebeliões do filho rebelde, mas o apoia quando este se assume gay.
Jota, de longe, meu personagem favorito. Burrinho, e enrustido. Abre o zíper toda hora. Ele é estranho, devia consultar-se no Vitor.
Dudu, no começo eu juro, que imaginei ele como um garotinho baixinho rechonchudo, e não prestei atenção que ele tinha 16/17 anos.
Wagner é um badboy apaixonado por ***********. 
Martins é um fotógrafo executivo. Torci que ele ficasse com *****************. Acertei, cabeçudos.


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Classificação: 4.0

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Sinopse: São Paulo, 1997. Lucas comemorava com os amigos o término do curso de administração. Jota, em mais uma noite como outra qualquer, deixava a periferia tentando levantar algum dinheiro fácil. Um era refém de sua própria autoestima e gabava-se de ser capaz de não se levar pelos sentimentos, e o outro não sabia exatamente quem era. Ambos viram a noite terminar fora do planejado...Condicional retrata uma turbulenta relação que surgiu à sombra de desejo, descobertas, medo e crime. Momento em que o amor deixou de ser um sentimento e virou uma condenação.
Uma história imprevisível que promete emocionar e surpreender o leitor.Romance. Ficção.

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